Não, não há dores que possam ser divididas.
Nem pelo mais próximo irmão, perante o relato mais fidedigno do que nos aflinge.
O sentimento ao ser transferido é ressentido, reformulado, redesenhado.
Pode até se manifestar como dor, mas nunca a mesma dor.
A nossa dor nada mais é que nosso calvário intransferível, flagelo e açoite pessoalmente identificado.
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25 de agosto de 2010
10 de abril de 2010
...Da dor
Vim com defeito de fábrica.
Sou ser humano que se importa
com aquilo que ninguém pára para olhar.
Sou ser humano que se importa
com aquilo que ninguém pára para olhar.
28 de janeiro de 2010
Acho
A primeira coisa que temos que enfrentar quando resolvemos amar é superar a rejeição que criamos contra nós mesmos. É quando nos mostramos como somos, quando nos encontramos conosco de forma plena, que temos a possibilidade de encontrar alguém que veja o que importa mostrar, e fique ao nosso lado apesar de ser como somos.
Parece auto-ajuda... Mas não é, não. Amor o nome disso.
Parece auto-ajuda... Mas não é, não. Amor o nome disso.
2 de janeiro de 2010
Sem sono
Amélie, um coraçãozinho pequeno pode guardar muito medo às vezes, e isso é ruim, porque assim a dona do coraçãozinho quase não consegue dormir.
8 de dezembro de 2009
22 de novembro de 2009
Amanhã
Quando você acha que nada de mais estranho pode acontecer no mundo
vem o mundo e fica maluco sozinho.
Alguém me diga o que esperar do amanhã.
"E a colombina só quer um amor
Que não encontra num braço qualquer
Essa menina não quer mais saber de mal-me-quer..."
vem o mundo e fica maluco sozinho.
Alguém me diga o que esperar do amanhã.
"E a colombina só quer um amor
Que não encontra num braço qualquer
Essa menina não quer mais saber de mal-me-quer..."
13 de novembro de 2009
Peso
Carrego hoje o peso da lua
e de uma paixão mal curada.
Eu ia passar o dia costurando nuvem
Mas acordei, nem levantei nem nada.
e de uma paixão mal curada.
Eu ia passar o dia costurando nuvem
Mas acordei, nem levantei nem nada.
28 de outubro de 2009
Seguindo
Às vezes a gente nem percebe.
Quando vê já está mudando o foco.
Quando percebe já está olhando para o outro lado. E muda o rumo mesmo. Muda a opinião, o conceito, a visão.
Mesmo quando a gente nem planejou, nem mirabolou, nem nada...
A gente só seguiu o fluxo das coisas, e veja só aonde a gente foi parar.
Quando vê já está mudando o foco.
Quando percebe já está olhando para o outro lado. E muda o rumo mesmo. Muda a opinião, o conceito, a visão.
Mesmo quando a gente nem planejou, nem mirabolou, nem nada...
A gente só seguiu o fluxo das coisas, e veja só aonde a gente foi parar.
É fato meus caros: O universo tende ao caos.
24 de outubro de 2009
Causas
Não é falta de criatividade.
Não é falta de inspiração.
Não é falta de temática.
Não é preguiça literária.
É apenas um não saber o que dizer.
E esse silêncio vai incomodando por toda parte.
Não é falta de inspiração.
Não é falta de temática.
Não é preguiça literária.
É apenas um não saber o que dizer.
E esse silêncio vai incomodando por toda parte.
21 de setembro de 2009
Invasão
E teus olhos me invadiram.
Entraram pela alma adentro.
Viajaram por entre mim.
Descobriram todo meu mundo.
(sol e chuva, luz e escuridão)
E resolveram morar comigo.
Entraram pela alma adentro.
Viajaram por entre mim.
Descobriram todo meu mundo.
(sol e chuva, luz e escuridão)
E resolveram morar comigo.
8 de setembro de 2009
Onda

distraídos na beira do mar...
Afago gelado que chegou e partiu
carinho doce do mundo em mim.
A onda me trouxe uma concha,
e se foi antes mesmo de chegar.
Essa vida de ser onda: vem-e-vai, vai-e-vem
costume jocoso que nunca tem fim.
Fico aqui, na beira do mar
olhando pro mundo infinito.
Espero a onda voltar.
Um dia, essa arteira onda
dia desses ela volta a me beijar.
1 de setembro de 2009
Barulho

Lá vem ele, tomando conta, dia após dia,
das idéias,
das matérias,
dos impropósitos,
das desvontades,
Apossando-se inautorizadamente de tudo que há...
Tenho medo que esse nível de décibeis ainda vá me deixar louco.
Obs.: não, isso não foi uma lágrima que você viu escorrer aí...
31 de agosto de 2009
Amor e paixão
Paixão???
Aquele negócio agoniado, tempestuoso, incontrolável, quente...
Chama de fogo em palha seca.
Amor???
Aquele negócio calmo, doce, lento, crescente...
Chama de fogo em forno a lenha.
Aquele queima mais, assombra mais, destrói mais... Mas rápido se esvai.
Este queima devagar, cresce devagar, esquenta devagar, mas vem para ficar.
E é tão bom quando ele fica, quando ele cresce, quando ele queima...
Aquele negócio agoniado, tempestuoso, incontrolável, quente...
Chama de fogo em palha seca.
Amor???
Aquele negócio calmo, doce, lento, crescente...
Chama de fogo em forno a lenha.
Aquele queima mais, assombra mais, destrói mais... Mas rápido se esvai.
Este queima devagar, cresce devagar, esquenta devagar, mas vem para ficar.
E é tão bom quando ele fica, quando ele cresce, quando ele queima...
21 de agosto de 2009
5 de agosto de 2009
Boba
Porque ela era uma boba. A maior e mais completa.
Mas ela era uma boba diferente. Era uma boba com convicções.
Uma boba que morreria por suas bobagens. Ela realmente acreditava em tudo aquilo.
E acreditava tanto, a bobinha, que por vezes acabava se confundindo se aquilo que ela acreditava com tanta fé, ela vivera ou imaginara...
E a vida dela era assim, confundindo todos os dias ilusões e realidades...
E os desavisados, que a achavam tão boba, na verdade não sabiam. Nem nunca vão saber.
Mas ela era uma boba diferente. Era uma boba com convicções.
Uma boba que morreria por suas bobagens. Ela realmente acreditava em tudo aquilo.
E acreditava tanto, a bobinha, que por vezes acabava se confundindo se aquilo que ela acreditava com tanta fé, ela vivera ou imaginara...
E a vida dela era assim, confundindo todos os dias ilusões e realidades...
E os desavisados, que a achavam tão boba, na verdade não sabiam. Nem nunca vão saber.
25 de julho de 2009
Infinito
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